Rede Democrática

Grandes avenidas ainda se abrirão por onde passará o homem livre! - Salvador Allende, 11 set 1973

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  • 90 anos da Coluna Prestes e 50 anos do Golpe

    Os 90 anos da Coluna Prestes e os 50 anos do golpe de 1964 serão rememorados em evento na cidade de Saquarema, Rio de Janeiro, na próxima semana, de segunda-feira (3/11) até a sexta-feira (7/11). Ocorrerá exposição, debates e exibição de filmes e documentários, para fazer uma reflexão sobre dois importantes fatos da história do Brasil. Realização: Fundação Maurício Grabois, Instituto Rede Democrática, AMEAS e jornal O Saquá/Tupy Comunicações. 

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  • Retrocesso foi evitado: Agora é preciso avançar!

    O PT precisa voltar para as ruas. O governo deve dialogar de forma permanente com os novos movimentos sociais e não fazer coro com a sua criminalização. Não ter medo das manifestações populares é atitude que se impõe. Não há outro caminho: Dilma e o PT precisam mobilizar a sociedade, compartilhando com ela as grandes questões nacionais e buscando nela apoio para as reformas. Ou o Congresso é mantido sob pressão, ou o governo não realizará as transformações estruturais prometidas durante a campanha presidencial.

    Por Wadih Damous

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  • Direita impõe derrota a participação popular

    Passada a eleição, com seu resultado bem apertado, a disputa política no Brasil deverá se intensificar e radicalizar. Isto ficou patente na primeira contenda na Câmara Federal, na noite desta terça-feira (28). PSDB, DEM e PPS, entre outras legendas de direita derrotadas no pleito, uniram-se a setores de centro-direita do PMDB para rejeitar o decreto da presidenta Dilma que amplia a democracia no país, com a realização de consultas populares e a criação de conselhos da sociedade. PT, PCdoB e PSOL ficaram isolados na defesa do projeto. Eles ainda tentaram adiar a votação, para superar o clima de ressentimento eleitoral, mas não obtiveram êxito. A direita nativa, com sua mídia na vanguarda, festejou a vitória!

    Por Altamiro Borges

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  • Dilma quer fortalecer o diálogo por mais mudanças

    Reeleita, a presidenta Dilma Rousseff concedeu nesta segunda-feira (27) as primeiras entrevistas, sendo uma ao Jornal da Record e, posteriormente, ao Jornal Nacional. Em ambos os veículos, a presidenta reafirmou seu compromisso de campanha de avançar nas mudanças. “Eu acredito que uma eleição é sempre um recado de mudança”, enfatizou Dilma, destacando a importância da unidade em torno de objetivos comuns. “Agora é a hora de todos nós nos unirmos para garantirmos um futuro melhor do Brasil. É preciso abrir um amplo diálogo para desaguar em um consenso e uma ponte, para que o país cresça e mantenha um nível baixo de desemprego”, completou a presidenta.

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  • Dilma defende a regulação econômica da mídia

    Na quarta entrevista que concedeu à imprensa brasileira após a reeleição, a presidente Dilma Rousseff, nesta terça (28), no SBT, defendeu a regulação econômica da mídia. "Sou de uma época que vivi sob a ditadura e sei o valor da liberdade. Mas como setor econômico, porque a mídia não é só setor cultural, vamos discutir uma regulação, mas antes de fazer vamos discutir muito", afirmou. A presidenta reafirmou também a necessidade de uma reforma política com a participação popular e disse que dará total apoio à criminalização da homofobia.

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  • A crise da água em SP e o estelionato eleitoral do PSDB

    Escândalo na Sabesp: vaza áudio em que diretores admitem estelionato eleitoral. O blogue do Rovai teve acesso a um áudio vazado de uma reunião da diretoria da Sabesp em que a presidenta da empresa, Dilma Pena, admite que a população deveria ter sido comunicada da crise hídrica, para que economizasse água. Porém, segundo ela, seus “superiores” não permitiram. Em outras palavras, o governador Geraldo Alckmin não foi honesto com a população para não prejudicar sua candidatura à reeleição.

    Por Renato Rovai

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  • Livro-reportagem sobre os Black Blocs

    Mascarados – a verdadeira história dos adeptos da tática Black Bloc, publicado pela Geração Editorial é o 12º livro-reportagem da coleção História Agora, a mais polêmica do mercado editorial brasileiro, com obras como A Privataria Tucana, A Outra História do Mensalão, Segredos do Conclave e O Príncipe da Privataria – revela outra realidade, bem mais complexa. Pela visão da pesquisadora, socióloga e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Esther Solano Gallego, pelos relatos do jornalista Bruno Paes Manso e dos próprios Black Blocs, entrevistados pelo jornalista Willian Novaes, lança-se uma nova luz sobre o assunto.

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  • Para entender a vitória de Dilma Rousseff

    A questão de fundo de nosso país está sendo equacionada: garantir a todos, mas principalmente aos pobres, o acesso aos bens da vida, superar a espantosa desigualdade e criar mediante a educação oportunidades aos pequenos para que possam crescer, se desenvolver e se humanizar como cidadãos ativos. Esse projeto despertou o senso de soberania do Brasil, projetou-o no cenário mundial como uma posição independente, cobrando uma nova ordem mundial, na qual a humanidade se descobrisse como humanidade, habitando a mesma Casa Comum.

    Por Leonardo Boff

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  • Por que Evo Morales venceu outra vez

    A vitória esmagadora de Evo Morales tem uma explicação muito simples: ganhou porque seu governo foi, sem dúvida alguma, o melhor da conturbada história da Bolívia. “Melhor” significa, claro, que realizou a grande promessa, tantas vezes não cumprida, de toda democracia: garantir o bem estar material e espiritual das grandes maiorias nacionais, desta heterogênea massa plebeia oprimida, explorada e humilhada por séculos. 

    Por Atilio Boron

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  • Reeleição de Evo Morales é vitória para América Latina

    O presidente Evo Morales foi reeleito para governar a Bolívia no período de 2015 a 2020, depois de derrotar com facilidade seus quatro opositores nas eleições gerais de domingo (12/10/2014). O resultado tem imenso significado não só para a luta do povo boliviano por uma vida melhor, por um novo sistema econômico e político, pelo bem-viver, como assinala o programa do Movimento ao Socialismo, o MAS, partido e movimento político-social liderado pelo presidente Evo. Também para a América Latina, a vitória de Evo é repleta de significado. É um claro sinal favorável ao prosseguimento da luta pela libertação nacional e social na região. É a eleição de um revolucionário, um anti-imperialista, um socialista convicto.

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